domingo, 5 de maio de 2013

Idolatria - Ariovaldo Nuvolari (Aluno da FATESA - Casa do Saber)


O crente em geral, mas especialmente aquele que se preocupa em estudar a bíblia, aprende logo que Deus abomina a idolatria. Porém, até mesmo entre os crentes, e principalmente entre a maioria dos católicos sinceros, muitos não sabem exatamente o que é  idolatria.

Este texto, extraído do livro HERESIOLOGIA – Lição 4 – da FATESA (Faculdade de Teologia de Santo André), tem por objetivo discutir o assunto. Não temos a pretensão de induzir ninguém a mudar de religião, mas apenas estabelecer a verdade, com base nos textos bíblicos, pois o próprio Jesus nos disse, no Evangelho de João 8.32: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará..." Alguns podem dizer: mas de que eu preciso ser liberto? A resposta é que a verdade libertará você “da ira futura de Deus, contra os filhos da desobediência” (Colossenses 3.6).


O vocábulo “idolatria” tem origem no grego, onde “eidolon” é ídolo e “latreuein” é adorar. Assim, em sentido estrito, idolatria significa adoração a ídolos ou imagens. No entanto, em sentido lato, pode significar qualquer coisa que venha ocupar o lugar de Deus em nossos corações ou em nossas vidas. É neste sentido que o apóstolo João, escrevendo à igreja que já tinha mais de sessenta anos de vivência cristã, afirmou: ..."Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém !” (I Epístola de João 5.21).
O apóstolo João não está aqui se referindo à adoração de imagens, mas, a qualquer coisa, incluindo pessoas, que pudessem vir a ocupar o lugar de Deus nos corações dos Filhos de Deus.

Do ponto de vista bíblico ou doutrinário a idolatria não é apenas uma heresia, mas, talvez, a mais detestável de todas elas. Ao formar a nação de Israel, Deus teve o cuidado de incluir a sua proibição na Lei de Moisés, declarando-a com todas as letras: “ Não terás outros deuses diante de mim”. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo da terra, nem nas águas debaixo da terra; não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Êxodo 20.3 a 5).

O que a Bíblia diz sobre a idolatria

1. Diz que ela é abominável ao Senhor... Abominar é detestar, repelir com horror, aborrecer, odiar.
“As imagens de escultura de seus deuses queimarás a fogo; a prata e o ouro que estão sobre elas não cobiçarás, nem os tomarás para ti, para que não te enlaces neles; pois abominação são ao Senhor, teu Deus"(Deuteronômio 7.25).

2. Diz que ela aborrece ao Senhor ...
“Nem levantarás estátua, a qual o Senhor, teu Deus, aborrece” (Deuteronômio 16.22).

3. Diz que ela é coisa vã e tola...
“Têm boca, mas não falam; têm olhos mas não vêem; tem ouvidos, mas não ouvem; nariz têm, mas não cheiram. Têm mãos mas não apalpam; têm pés, mas não andam, nem som algum sai da sua garganta” (Salmos 115.5 a 7).

4. Diz que ela é inútil, ou seja, não tem nenhum valor...
“A quem me fareis semelhante, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes ? Gastam o ouro da bolsa e pesam a prata nas balanças; assalariam os ourives, e ele faz um deus, e diante se prostram e se inclinam. Sobre os ombros o tomam, o levam e o põem no seu lugar; ali está, do seu lugar não se move; e, se recorrerem a ele, resposta nenhuma dá, nem livra ninguém da sua tribulação” (Isaías 46.5 a 7).

5. Diz que ela nãoa tem nenhum sentido, ou seja, é irracional...
“Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens” (Atos 17.29).
“ E mudaram a glória de Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis” (Romanos 1.23).

6. Diz que ela é contaminadora...
“Então lhes disse: Cada um lance de si as abominações dos seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20.7).
“Derramei pois, o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra e dos seus ídolos com que a contaminaram” (Ezequiel 36.18).

O que a Bíblia diz sobre os ídolos

Dentre outras coisas, ela diz que:

1. São deuses estranhos...
“ Então disse Jacó à sua família e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes” (Gênesis 35.2).

2. São deuses de fundição...
“ Não farás para ti deuses de fundição” (Êxodo 34.17).

3. São como nada...
“ Assim que, quanto a comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só” (I Coríntios 8.4).

Sobre a idolatria no Novo Testamento

Qualquer organização religiosa que tiver vínculo com a idolatria, à luz do Novo Testamento, certamente também será considerada uma seita herética. Pode-se perceber que, na igreja primitiva, idolatria era coisa abominável. O Senhor Jesus afirmou (em Mateus 4.10):
“Então, disse-lhe Jesus: Vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a Ele servirás”.

Jesus também deixou claro que a verdadeira adoração não necessita da imagem visual, quando no evangelho de João 4.23 e 24, afirmou: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.

Também o apóstolo Paulo listou a idolatria como obra da carne e no mesmo grau de perniciosidade que a feitiçaria, quando registrou em sua Epístola aos Gálatas 5.19 e 20:
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias”.
O mesmo Paulo deixou claro que os idólatras não herderão o Reino de Deus, em I Coríntios 6.10: “ Não erreis, nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus”.

O apóstolo João, no livro de Apocalipse 21.8,  foi ainda mais contundente ao afirmar que o destino dos idólatras será o lago de fogo:
“Mas, quando aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte”.

Em toda a Bíblia, todo e qualquer tipo de idolatria é radicalmente rejeitado e condenado. Deus proibiu ao seu povo a confecção e o culto às imagens ou estátuas, visto que os povos pagãos atribuíam a esses artefatos de barro, de madeira, ou outro material corruptível, um caráter religioso. Acreditavam que a divindade se fazia presente por meio dessa prática.
Como já se viu, no Velho Testamento, o nosso Deus, Todo Poderoso, ensinou ao seu povo a não cultuar imagens de qualquer natureza. No Novo Testamento não deixou por menos. Assim, por tudo que até aqui foi visto, pode-se resumir o assunto, numa única verdade, aquela que está registrada no livro de Êxodo 20.3: “Não terás outros deuses diante de mim”.
Quando se tenta esclarecer ou falar desse assunto, com o católico sincero, a maioria afirma que nunca havia ouvido falar disso e alguns, mais praticantes ou esclarecidos na doutrina católica, refutam dizendo que as imagens não são deuses ! Que elas não são adoradas, são, apenas, veneradas.

Será que existe diferença entre veneração e adoração?

A diferença entre essas duas palavras é uma pergunta difícil de responder. Os lexicógrafos não fazem diferença. No dicionário Aurélio adorar e venerar são palavras sinônimas. Veneração tem o sentido de render culto. Para o dicionário Houaiss, da mesma forma, adorar é sinônimo de venerar. Lá diz que veneração é respeito inspirado pela dignidade, talento, poder. Mas é também, render culto, adorar.
Na verdade, quando alguém inventa uma mentira, fatalmente terá de inventar outras para dar sustentação à mentira inicial. Assim, quer os dirigentes da Igreja Católica Romana (ICR) queiram ou não admitir, a expressão venerar foi tomada emprestada da cultura religiosa pagã, ou melhor, da idolatria. O termo venerar tem sua origem na expressão grega “venerem”, cujo sentido é “honrar a Vênus”. Honra essa que depois foi aplicada a outros deuses da mitologia grega, na qual a ICR se inspirou para a criação dos seus “deuses”, que ela chamou de “santos”. Não é demais acrescentar que Vênus, para os romanos, era a mesma Afrodite para os gregos. Era a “deusa” do amor, da beleza, dos prazeres, especialmente sexuais. De Vênus originou-se o nome do preservativo conhecido como “camisinha de vênus” e, de Afrodite surgiu a expressão “afrodisíaco” dada aos produtos que supostamente são considerados tonificantes da atividade sexual.

A explicação da Igreja Católica Romana

É claro que 90% dos católicos não sabem, mas para tentar explicar a diferença entre veneração e adoração, a sua igreja aumentou ainda mais a confusão, fazendo uso de três outro termos: DULIA, HIPERDULIA e LATRIA.
DULIA: Segundo a ICR, pratica-se a latria quando a veneração é dirigida aos anjos e aos santos, ou seja, aos servos de Deus. A palavra originou-se da expressão grega “douléia”, cujo sentido é servidão, submissão. Mesmo assim, a ICR afirma que quem se prostra diante de um ídolo, faz pedido e reza em seu nome, não está adorando, mas sim, venerando.
HIPERDULIA: Segundo a ICR é quando a veneração é feita aos pés da Virgem Maria. Hiperdulia, ao que parece, está acima da dulia. Mesmo que, de joelhos, ela seja chamada de “Mãe de Deus”, Rainha do Céu, Imaculada Conceição, etc, a ICR afirma que é uma veneração, não uma adoração.
LATRIA: Diz a ICR que é quando o culto é prestado a Deus. Afirma que latria é adoração. Na verdade o termo “latria” provém do grego “latreuein” cujo significado é “serviço a um deus; culto, adoração”. A origem, portanto, é pagã, pois era incontável o número de deuses na Grécia. Adorar qualquer um deles era praticar a latria. Entre nós, como já foi dito, latria deu origem à expressão idolatria.
A verdade é que os três termos acima se confundem, ou seja, na prática não é possível fazer a distinção entre eles. Ou será que o católico romano sabe fazer a diferença entre adoração e veneração quando dobra os seus joelhos, reza e faz pedidos, diante de uma imagem de “Nossa Senhora”, de São Pedro ou outros santos?
Imaginemos, contudo, um católico sincero e bem instruído nos mistérios de sua religião. Ele vai à igreja prestar seu culto. Primeiramente ele pretende venerar São Pedro, e pratica a dulia. Depois, querendo prestar culto à Maria, tem que deixar a dulia e praticar a hiperdulia. Finalmente, com a intenção de cultuar a Deus, ele precisa despir-se da dulia e da hiperdulia, pois agora deve praticar a latria. Convenhamos que é muita heresia para um único culto.

O culto aos santos: é latria ou idolatria?

O culto aos santos, para quem conhece a Bíblia e a História, e tem compromisso com a verdade, sabe que tudo isso teve origem em práticas pagãs. Foi o Papa Bonifácio IV, em 610 dC., quem introduziu esta heresia ao celebrar, pela primeira vez, a festa de “todos os santos”, quando substituiu o “Panteão Romano”, que era um templo pagão dedicado a todos os deuses, por um templo cristão, para que as relíquias dos “santos”, inclusive as de Maria, fossem ali colocadas. O culto aos deuses e as deusas do paganismo foi, então,  substituído pelo culto aos santos e à Maria.
Assim, a ICR foi, dia a dia, assimilando os costumes pagãos, distanciando-se da doutrina cristã, tornando-se uma seita herética, tão diferente daquela igreja fundada por Jesus, na cruz do calvário e inaugurada pelo Espírito Santo, no Dia de Pentecostes, no ano 29 dC.
Na Igreja primitiva, aquela fundada por Jesus e que Ele chamou de “minha igreja”, nunca houve a celebração de cultos a nenhum santo. Somente o nome de Jesus era adorado e todo culto prestado a Deus. Portanto hoje, não somente a ICR, mas qualquer outra igreja, que preste culto a qualquer outro que não seja o próprio Deus, deve ser considerada uma seita herética.

O  culto a Maria (ou Mariolatria)

O que a Bíblia diz sobre Maria
“Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel” (Isaías 7.14).
A promessa do nascimento deste filho foi feita pelo próprio Deus, lá no Éden, logo após a queda de Adão, falando à serpente, o nosso Deus afirmou:
“E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta lhe ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”.
Ficou estabelecido por Deus que, de uma mulher deveria nascer o Redentor, o qual não seria outro senão o próprio Filho de Deus, o Senhor Jesus Cristo. Cerca de quase quatro mil anos se passaram até que: “Vindo a plenitude dos tempos” Deus enviaria o Seu filho, nascido de mulher” (Gálatas 4.4).
Pela promessa feita por Deus no Éden, o Senhor Jesus teria que vir inteiramente como homem. Ele teria que se despir dos atributos de sua divindade. E o seu nascimento não poderia ser diferente, pois sabemos que toda vida humana é gerada no ato da concepção, e para isto há necessidade de um homem e de uma mulher. Depois da queda de Adão, em toda a história da humanidade, o único homem que, para nascer não necessitou da fusão de duas sementes, uma masculina e outra feminina, foi Jesus. Isso porque foi o único que era pré-existente, mesmo antes do seu nascimento. Assim, o Senhor Deus não necessitava da presença do homem para que Seu Filho fosse gerado, isso por que: “Nele, estava a vida e a vida era a luz dos homens” (João 1.4).

Sendo assim, Jesus viria sem a participação do homem, mas não poderia vir sem a participação da mulher. Segundo a promessa de Deus, o Redentor teria que entrar nesta vida terrena da mesma forma que entraram e entrariam todos os homens, com exceção de Adão, através do ventre de uma mulher. Portanto, Deus precisava escolher uma mulher para ser a mãe de Seu Filho, aqui na terra.

A escolha de Maria

Se não soubéssemos que Deus é Onisciente, diríamos que a escolha de Maria teria sido a mais difícil de todas as escolhas feitas por Deus, ao longo da história. Ele escolheu Noé para dar continuidade à raça humana após o dilúvio; escolheu Abraão para ser o Pai de uma nova nação; escolheu Moisés para ser o libertador de seu povo, no Egito; reis, profetas, sacerdotes, outros homens e mulheres Deus escolheu para missões difíceis e especiais. Porém, talvez a mais importante das escolhas tenha sido encontrar uma moça que preenchesse todos os requisitos para ser a mãe de Seu Filho. 
Tratava-se de uma escolha ímpar, pois seria a única pessoa, na história da humanidade, a ser escolhida para cuidar daquele que, no evangelho de João 1.1 a 4, foi dito: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens”. Daquele que o apóstolo Paulo (em Colossenses 1.16 e 17), diz que "todas as coisas foram criadas n´Ele, por Ele e para Ele". Essa moça seria a mãe do Criador.

A mais pura das virgens de Israel

Maria foi a moça que melhor preencheu as condições de santidade exigidas por Deus. Contudo, é preciso ressaltar que a promessa de Deus, feita lá no Éden, era de que o Redentor nasceria de uma mulher. Uma mulher igual a todas as demais mulheres nascidas na terra, ou seja, com a mesma constituição biológica, sem nada de especial. Tal verdade bíblica não pode ser perdida de vista.
Maria nasceu, viveu e morreu como nascem, vivem e morrem todas as criaturas humanas. Pela bíblia não há como fazê-la diferente, muito menos imaculada!
Bendita entre as mulheres, sim!

Na Bíblia Sagrada, no evangelho de Lucas 1.42, a sua prima Isabel afirmou a ela: “...Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre” !
No entanto, naquele momento, Maria não abençoou Isabel. Ela continuava sendo “a serva do Senhor” (Lucas 1.38), conforme antes havia declarado ao anjo Gabriel.
Ela era bendita ou abençoada porque, naquele dia, ainda num linguajar humano, quando o Senhor passou “em revista” todas as virgens existentes no Reino de Israel, ela, Maria, foi escolhida por Deus, certamente porque, naquele momento, era a que melhor preenchia as condições exigidas pela santidade de Deus. Ela era a mais pura de todas as virgens de Israel. E tinha que ser de Israel, pois esta era a promessa de Deus feita a Abraão, em Gênesis 12.3:
“ em ti serão benditas todas as famílias da terra”.

Maria, uma perfeita escolha de Deus

Repetindo Gálatas 4.4: “Mas vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher”. Nascer de uma mulher, esta era a promessa de Deus feita lá no Jardim do Éden. O redentor do homem teria que vir como sendo “a semente da mulher”. Portanto, através de um ventre materno era a única maneira para que o Filho de Deus viesse ao mundo, como homem.
Pela Lei de Moisés, o redentor tinha que ser parente daquele que necessitava ser resgatado. Jesus, como Deus, não era parente do homem, mas, sim, seu Criador. Então, para se credenciar como redentor, a fim de libertar os homens escravizados pelo pecado, o Filho de Deus tinha que se tornar Filho do Homem. É desta forma que o apóstolo Paulo o descreve, em Filipenses 2.6 e 7: “ ... sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas, aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”.

Para Jesus se tornar Filho do Homem, necessitava de um ventre materno

Receber e desenvolver, por nove meses, o Filho de Deus, o Criador de todas as coisas, em seu ventre, seria, como de fato foi, o maior privilégio, em toda a história da humanidade que uma mulher poderia ter. A escolha dessa mulher foi feita pelo próprio Deus. E Deus escolheu Maria !
No Evangelho de Lucas 1.26, podemos ler: “E, no sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem, desposada com um varão cujo nome era José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria”.
Uma cidade chamada Nazaré ! A escolhida por Deus não foi encontrada em Jerusalém, a capital do País, nem em qualquer outra grande cidade da época. Mas em Nazaré, pequena cidade, sem nenhuma importância. Seu nome não se encontra no Antigo Testamento, nem mesmo nos livros apócrifos, nem nas obras de Flávio Josefo (importante historiador Judeu, do século I dC).

Se a escolha fosse feita por um homem, provavelmente ele não perderia tempo indo procurar uma pessoa tão especial, a mais bendita de todas as mulheres, numa cidadezinha chamada Nazaré. No entanto, a escolha foi feita por Deus ! E foi por inspiração do próprio Deus, que no Salmo 101.6, o salmista diz: “ Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá”. Certamente que Maria andava nos caminhos retos do Senhor, para que viesse a ser escolhida.

Tinha que ser uma jovem virgem, símbolo de pureza

Quase setecentos e cinquenta anos antes, o Profeta (Isaías 7.14), afirmou: “... eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel”. Sabe-se que todo nome judaico tem uma simbologia, um significado: e Emanuel significa “Deus conosco”.
Em relação à Maria, aprendemos que, quando Deus precisa de alguém, esse alguém será encontrado por Ele, esteja onde estiver. Creia nisto! Assim, além de conservar a sua pureza, Maria nada mais precisou fazer para ser a escolhida de Deus.

O anjo Gabriel saiu da presença de Deus, com uma incumbência e um endereço certo. Não foi o anjo que forneceu o endereço de Maria a Deus. Foi Deus quem deu ao anjo o endereço dela. Nesses dois mil anos que se passaram desde então, Deus não mudou. Ele continua sabendo o endereço de cada um dos seus filhos. Portanto, meu irmão e minha irmã, se você se sente escolhido de Deus e está aguardando a sua chamada, então, mantenha-se nos caminhos do Senhor e descanse, espere ! Deus tem o seu endereço, tal como tinha o de Maria.

E PENSAR QUE TEM MUITOS CRENTES DESINFORMADOS, QUE  FALAM  MAL  DE  MARIA !

Dentre todas as jovens do seu tempo, Maria foi a escolhida de Deus. É claro que, nem antes e nem depois de ter sido escolhida, ela procurou chamar a atenção para a sua própria pessoa. A verdade é que Maria não tem culpa nenhuma do que estão fazendo com ela. Quem colocou Maria, na vala comum da idolatria pecaminosa e abominável diante de Deus, e quem inventou a “Mariolatria” foi a ICR. Assim, se hoje ela é adorada por milhões de criaturas, a culpa não é dela. Ela jamais aceitaria adoração, visto que nunca se esqueceu de quem era, conforme declarou ao anjo Gabriel, registrado em Lucas 1.38: “ Disse então Maria: eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra”.
Ela era serva, criatura de Deus, não podia e não queria receber adoração. Nunca é demais repetir a verdade: somente Deus pode receber adoração.

O cântico de Maria

O cântico de Maria, registrado em Lucas 1.46 a 49, não é o cântico da “Mãe de Deus”, da “Rainha dos Céus”, mas sim o cântico, muito humilde, de uma serva do Senhor: “Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade da sua serva, pois eis que, desde agora, todas as gerações me chamarão de bem aventurada. Porque me fez grandes coisas o Poderoso; e Santo é o seu nome”.
Como vimos, para Maria, “Poderoso e Santo” era Deus, ela era apenas a “serva do Senhor”. É claro que, biblicamente falando, Maria, como todos os demais santos que “dormiram no Senhor”, está no Paraíso, aguardando a 2ª vinda de Jesus, momento da ressurreição dos mortos em Cristo. Nesta condição, segundo ensinou Jesus, ela está sendo “consolada” (ver lucas 16.25), não tendo qualquer lembrança de sua vida terrena e nem qualquer ciência do que se passa aqui na terra.

Porém, se porventura tivesse essa lembrança e soubesse o que a ICR fez e continua fazendo em torno do seu nome; dizendo e ensinando blasfêmias, quando afirmam que ela é “a mãe de Deus”; elevando-a à “Rainha do Céu”. Aquela que é carregada em procissões pelas ruas, adorada, explorada comercialmente, e até elevada à condição de “protetora” ou “padroeira” de um país, com certeza ficaria decepcionada. Veria mazelas, corrupções, impunidades, mentiras e outras desgraças similares, praticadas sob as “bênçãos de Maria”. Pense nisto, outra poderia ser a situação deste nosso país se, em lugar de uma pseudoprotetora, tivesse um protetor de verdade, aquele sobre o qual o salmista disse (no Salmo 33.12): “Bem aventurada a nação, cujo Deus é o Senhor...”.
Se Maria, cuja memória deve ser respeitada, pudesse saber o que acontece na terra, é provável que o céu não seria céu para ela. Em vida, como judia que era, certamente conheceu o pensamento do Senhor Deus a respeito da idolatria, pois foi ele mesmo quem afirmou e registrou no livro de Isaías 42.8: “Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor, às imagens de escultura”.

Maria não tem culpa de tudo o que pessoas irresponsáveis, ignorantes e sem temor da Palavra de Deus, filhos da desobediência e rebeldes à Palavra, fizeram e continuam fazendo com o seu nome, aqui na terra. Nós, porém, que conhecemos e respeitamos a Palavra de Deus, respeitamos a memória de Maria, que foi uma bênção nas mãos de Deus, por ter sido a escolhida para trazer ao mundo seu Filho Jesus.
E você  ? que teve paciência de ler esta mensagem até o final, pode agora decidir o que fazer ... vai continuar adorando ídolos ? Vai continuar sendo desobediente a Deus ? Para que possa refletir nunca é demais repetir o que Jesus disse e que já foi destacado no início deste texto: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. De que? “da ira futura de Deus, contra os filhos da desobediência”. E se continuar desobedecendo, para onde pode ir? “para o lago que arde fogo e enxofre”.

QUERIDO LEITOR. MEU ÚNICO INTUITO É QUE VOCÊ SEJA SALVO. QUE DEUS LHE ABENÇOE .

 O crente em geral, mas especialmente aquele que se preocupa em estudar a bíblia, aprende logo que Deus abomina a idolatria. Porém, até mesmo entre os crentes, e principalmente entre a maioria dos católicos sinceros, muitos não sabem exatamente o que é  idolatria.

Este texto, extraído do livro HERESIOLOGIA – Lição 4 – da FATESA (Faculdade de Teologia de Santo André), tem por objetivo discutir o assunto. Não temos a pretensão de induzir ninguém a mudar de religião, mas apenas estabelecer a verdade, com base nos textos bíblicos, pois o próprio Jesus nos disse, no Evangelho de João 8.32: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará..." Alguns podem dizer: mas de que eu preciso ser liberto? A resposta é que a verdade libertará você “da ira futura de Deus, contra os filhos da desobediência” (Colossenses 3.6).

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ele Virá - Dani Sancon (Aluna da FATESA - Casa do Saber)





Gostaria de compartilhar uma pequena reflexão, que já há alguns meses está em minha mente. Eu trabalho em São Paulo, e o horário que eu saio do trabalho é bem tarde, geralmente eu pego um dos últimos trens, por volta das 23h30/23h45. Como o meu temperamento é mais voltado para o melancólico (depois se quiserem aprender um pouco mais sobre os temperamentos, recomendo o livro Temperamento Controlado Pelo Espírito– Tim La Haye), eu não ligo nem um pouco de voltar sozinha, em um horário em que o movimento de pessoas já não é tão grande; pelo contrário, esse é um dos momentos que mais gosto, pois a solidão me faz pensar. Foi num desses dias, que estava voltando do trabalho, que o Espírito Santo me levou a uma reflexão.

Como de costume, eu pego um trem do centro de São Paulo até a cidade em que moro, e depois, pego mais um ônibus até a minha residência. Esse ônibus, geralmente é o último e passa por volta da meia noite e quinze. Eu cheguei ao ponto de ônibus por volta da meia noite, estava muito cansada e me sentei em um dos bancos da estação. Nesse horário eram poucas as pessoas que estavam por ali. Alguns ônibus foram passando, as pessoas foram embarcando e por um momento eu me vi sozinha.

Nesse dia eu estava muito cansada, e me esforçava pra me manter acordada, eu sabia que o último ônibus da linha que eu pego ainda não tinha passado, naquele dia, não sei se por conta do meu cansaço, ele parecia estar demorando demais. Foi aí que o Espírito Santo começou a me ensinar algumas coisas interessantes. Cansada e só, Deus falou fortemente comigo. Levou-me a pensar no arrebatamento da igreja, eu me lembro como se fosse hoje, uma frase ficou em minha mente: Ele virá.

Compartilho aqui então alguns pontos relevantes, fazendo uma comparação ao arrebatamento da igreja.



Situação no ponto de ônibus


Analogia ao Arrebatamento da Igreja

1

Eu sabia que existia um ônibus que podia me levar de volta para casa.
                                                     

Eu conheço o Evangelho, sei das Boas Novas, sei que no céu há um lugar preparado para os salvos. Tenho plena consciência de que minha pátria não é aqui, que estou nessa terra de passagem.

João 14.2 – “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito: vou preparar-vos lugar.”.

1 Pedro 2.11 – “Amados, insisto em que, como estrangeiros e peregrinos no mundo, vocês se abstenham dos desejos carnais que guerreiam contra a alma.”.

2

Eu sabia que esse ônibus não passava em qualquer lugar, ele tinha um ponto de parada específico, e se eu tivesse fora desse ponto eu não ia conseguir embarcar no ônibus.


Eu sei que existe um lar celestial, mas só há um meio de chegar até lá, e esse meio é Jesus. Não adianta, por meus esforços, fazer qualquer coisa pra alcançar a salvação, não adianta ser "bonzinho", fazer caridade, etc.; se eu não estiver no ponto, que é Jesus, eu não consigo alcançar a salvação e chegar à pátria celestial.

João 14.6 – “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.”.
                                  
Romanos 10.9 – “A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.”.

3

Pelo horário que eu cheguei no ponto, eu tinha certeza que o último ônibus ainda não tinha passado, porém não sabia exatamente a hora que ele iria passar.


A bíblia fala que ninguém sabe o dia nem a hora em que Jesus virá para levar os salvos desta terra para o céu. Recentemente algumas pessoas ficaram apreensivas pensando que o mundo iria acabar em 2012, porém, disso a Bíblia deixa bem claro que:

Marcos 13.32 – “Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.”.

Mateus 25.13 – “Vigiai pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir”.

 Nós não sabemos nem o dia e nem a hora que Jesus irá voltar, mas nós temos uma certeza: Ele virá.

4

Eu estava cansada e com sono, e eu fiz um grande esforço pra me manter acordada, pois eu sabia que se eu dormisse, ou mesmo que desse uma pequena cochilada, o ônibus iria passar e eu iria ficar, e não teria uma segunda chance, pois aquele era o último ônibus.


A nossa caminhada na fé nem sempre é fácil, passamos por muitas dificuldades. Às vezes é preciso fazer um esforço muito grande pra se manter de pé, acordados. Mas Jesus mesmo disse que no mundo passaríamos por aflições, Ele não nos privou das dificuldades, mas prometeu estar conosco todo o tempo.

João 16.33 – “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.”.

I Pedro 5.7 e 9 – “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. / Ao qual resisti firmes na fé: sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.”.

Quando passamos por dificuldades, temos que nos manter firmes em Jesus.


5

O ônibus parecia demorar muito, e eu se quisesse, podia ter me ocupado com outras coisas pra tentar passar o tempo mais rápido, como por exemplo, um livro, joguinhos no celular, internet, etc.; e essas coisas podiam atrapalhar minha atenção, a ponto do ônibus passar e eu nem perceber.


Atualmente, parece que muitas coisas tem tirado a atenção das pessoas para o que realmente importa. As facilidades chegaram, é tudo muito rápido, tudo fácil. As pessoas se preocupam com seus empregos, suas faculdades, o estilo de vida que querem manter, o corpo bonito que querem ter, viagens, passeios, festas... e não há nada de errado em se preocupar com essas coisas, o errado é perder o foco por causa delas, o errado é desejar mais as coisas desse mundo do que as coisas do céu. Até mesmo muitas igrejas têm pregado mais sobre prosperidade e riquezas aqui na terra do que sobre as riquezas que há no céu. Sobre isso Jesus fala em Lucas 12, sobre o rico insensato.

Lucas 12.19-21 – “E direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos: descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.”.

Nossa esperança deve ser o céu, não importa como vamos passar por este mundo (se com dificuldades, se com enfermidades, se sem riquezas, sem carro do ano, sem casa própria, sem casa na praia ou casa de campo, etc..), o que importa é que vamos chegar no céu. Não devemos nos “entreter” com as coisas desse mundo, pois senão Jesus vem e a gente fica.

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Eu estava com fome, fome às vezes deixa as pessoas mal humoradas, mas como eu sabia que o ônibus já estava prestes a passar eu nem dei muita atenção a esse detalhe, pois pensava: logo o ônibus passa e quando eu chegar em casa eu posso jantar e então não terei mais fome.


Ter os olhos fixos no céu nos faz enxergar os problemas menores, pois sabemos que embora passemos por toda a sorte de dificuldades aqui na terra, nosso lar não é aqui, e logo estaremos no lar celestial com o nosso Pai por toda a eternidade, onde não haverá choro, não haverá fome, não haverá problemas de nenhuma espécie.

Apocalipse 21.4 – “ E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.”.

Quando olhamos dessa forma é como se os problemas diminuíssem, eles não deixam de existir, mas a gente não dá tanta importância a eles.

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Eu tive de manter meus olhos fixos para saber a hora que o ônibus passaria. Se eu desviasse o olhar ele podia passar e eu não ver.


É preciso ter os olhos fixos no céu. É preciso desejar cada dia mais a nossa pátria querida. Não importa se aqui na terra está bom ou se está ruim, o que importa é que o nosso lar não é aqui, é no céu. E as riquezas do céu são inimagináveis.

I Coríntios 2.9 – “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”.

Quando eu era criança eu costumava ficar pensando em como o céu devia ser bom, mas eu não encontrava nada com que pudesse comparar aqui na terra, como por exemplo, dizer que o céu é tão bom como sorvete de chocolate. Até que um dia eu cheguei a conclusão de que se eu pegar um pacote e juntar todas as coisas boas aqui da terra, como os lugares mais bonitos do mundo, as comidas mais gostosas, os esportes mais prazerosos, as obras de arte mais magníficas, as mais belas composições musicais, etc., nem de longe vai dar pra chegar a uma ideia de quão bom é o céu. Só que o inverso também é verdade, se juntarmos toda a maldade do mundo, tudo de horrível que há, ainda assim, nem de longe teremos a ideia de quão terrível é o inferno, pois no inferno passará a eternidade sem Deus, e isso é a pior coisa que pode acontecer.

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Eu podia desistir a qualquer momento de ficar esperando o ônibus, poderia ir para o shopping, pra balada, ou qualquer outro lugar, mas eu sabia o quê eu iria perder se desistisse, eu simplesmente não iria chegar em casa naquele dia. Minha mãe ficaria me esperando chegar no portão, mas eu não iria chegar, porque por algum motivo eu desisti de esperar e não tomei o último ônibus.


Deus nos deu o livre arbítrio, nós podemos fazer nossas próprias escolhas. Ele nos mostra o caminho, mas nós que decidimos se vamos trilhar ou não esse caminho. Ele nos deu o meio de chegar até Ele - Jesus - mas nós que escolhemos se vamos "embarcar no ônibus ou não".

1 Timóteo 4.1 – “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé...”

E nós sabemos as consequências de nossas escolhas. Podemos se quisermos, trocarmos o que é eterno pelo que é passageiro (por aquilo que chamamos de os "prazeres terrenos"), mas colheremos na eternidade os frutos das escolhas que fizermos aqui na terra.

9

Eu podia até nem estar naquele ponto de ônibus aquele dia voltando do trabalho, por algum motivo eu podia estar em qualquer outro lugar, talvez totalmente bêbada e drogada a ponto de nem mais saber como chegar de volta em casa.


O diabo até hoje não se conforma, ele queria ser mais que Deus, porém ele não conseguiu e nunca vai conseguir; portanto ele tenta destruir o que Deus fez de mais belo, o homem. O diabo tem tentado de todas as formas deturpar e denegrir a imagem de Deus no homem.  As vezes tem pessoas que se encontram nessa situação, estão tão longe de Deus que já não conseguem mais encontrar o caminho de volta. Cabe a nós, entregar a elas a mensagem do Evangelho, mostrar que existe um caminho, mostrar que elas podem receber Jesus e juntamente conosco esperar pela sua vinda, porque uma coisa é certa: Ele virá.

Marcos 16.15-16 – “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”.

10

O ônibus veio, aquele dia especialmente parece que demorou uma eternidade (talvez porque Deus queria que eu aprendesse algo), mas ele veio.


Assim também Jesus virá. Não importa o quanto pareça que ele demore, mas ele virá.
E se morrermos hoje? Qual será o nosso destino? A bíblia diz em Jó 8.9 que “...nossos dias sobre a terra são tão transitórios como uma sombra.”.
Permaneçamos firmes, pois o caminho é estreito!

Apocalipse 2.10 in fini – “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.”.

Apocalipse 3.5 – “O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante de seus anjos.”.


Glória a Deus!  Essa é nossa esperança! É por isso que não vivemos conforme esse mundo, porque temos uma certeza: Jesus virá. Ele virá. Prometeu e será fiel. Vale a pena esperar! Ele virá!.