segunda-feira, 9 de outubro de 2017

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sobre Satanás - trecho do livro: "Conhecendo as doutrinas da Bíblia" de Myer Pearlman


Alguns afirmam que não existe tal ser, o diabo; mas depois de observar-se o mal que existe no mundo, é lógico que se pergunte: "Quem continua a fazer a obra de Satanás durante a sua ausência, se é que ele não existe? As escrituras nos revelam:

1. Sua origem - Is. 14:12-15; Ez. 28:12-19.
A concepção popular de um diabo com chifres, pés de cabra, e de aparência horrível teve sua origem na mitologia pagã e não na Bíblia. De acordo com as Escrituras, Satanás era originalmente Lúcifer (literalmente, "o que leva luz"), o mais glorioso dos anjos. Mas ele, orgulhosamente, aspirou a ser "como o Altíssimo" e caiu na "condenação do diabo" (1 Tm. 3:6).

Notemos os antecedentes históricos nos capítulos 14 de Isaías e 28 de Ezequiel. Muitos têm perguntado: "Por que os reis da Babilônia e de Tiro são mencionados primeiramente, antes de relatar-se a queda de Satanás?" A resposta é: o profeta descreveu a queda de Satanás tendo em vista um propósito prático. Alguns dos reis de Babilônia e Tiro reivindicaram adoração como seres divinos, o que é uma blasfêmia (Vide Dn. 3:1-12; Ap. 13:15; Ez. 28:2; At. 12:20-23), e faziam de seus súditos o jogo de sua ambição cruel. Para poder admoestar os tais, os inspirados profetas de Deus afastaram o véu do obscuro passado e descreveram a queda do anjo rebelde, que disse: "Eu serei igual a Deus." Esta é a lição prática: Se Deus castigou o blasfemo orgulho desse anjo de tão alta categoria, como deixar de julgar a qualquer rei que se atreva a usurpar o seu lugar? Notemos como Satanás procurou contagiar nossos primeiros pais com o seu orgulho. (Gn 3:5; Is. 14:14).

Notemos como o frustrado orgulho e ambição ainda o consomem, a ponto de desejar ser adorado (Mt. 4:9) como "deus deste mundo" (2 Co. 4:4), uma ambição que temporariamente será satisfeita quando ele encarnar o anticristo. (Ap. 13:4.). Como castigo por sua maldade, Satanás foi lançado fora do céu, juntamente com um grupo de anjos que ele havia alistado em sua rebelião. (Mt. 25:41; Ap. 12:7; Ef. 2:2; Mt. 12:24.) Ele procurou ganhar Eva como sua aliada; porém, Deus frustrou o plano e disse: "Porei inimizade entre ti e a mulher" (Gên. 3:15).

2. Seu caráter
As qualificações do caráter de Satanás são indicadas pelos seguintes títulos e nomes pelos quais é conhecido: (a) Satanás literalmente significa "adversário" e descreve seus intentos maliciosos e persistentes de obstruir os propósitos de Deus. Essa oposição manifestou-se especialmente nas suas tentativas de impedir o plano de Deus ao procurar destruir a linhagem escolhida, da qual viria o Messias — atividade predita em Gn. 3:15. E desde o princípio ele tem persistido nesta luta. Caim, o primeiro filho de Eva, "era do maligno e matou a seu irmão" (1 Jo. 3:12). Deus deu a Eva outro filho, Sete, que veio a ser a semente escolhida da qual procederia o Libertador do mundo. Mas o veneno da serpente ainda estava surtindo efeito na raça humana, e, no transcurso do tempo a linhagem de Sete cedeu às más influências e se deteriorou. O resultado foi a impiedade universal da qual resultou o Dilúvio. O plano de Deus, não obstante, não foi frustrado porque havia pelo menos uma pessoa justa, Noé, cuja família se tornou origem de uma nova raça. Dessa maneira fracassou o propósito de Satanás de destruir a raça humana e impedir o plano de Deus. De Sem, filho de Noé, descendeu Abraão, o progenitor de um povo escolhido, por meio do qual Deus salvaria o mundo. Naturalmente os esforços do inimigo se dirigiam contra esta família em particular. 

Certo escritor traça a astuta oposição de Satanás nos seguintes incidentes: A oposição de Ismael a Isaque, a intenção de Esaú de matar Jacó; e a opressão de Faraó aos israelitas. Satanás é descrito como procurando destruir a igreja, de duas maneiras: interiormente, pela introdução de falsos ensinos (1 Tm. 4:1; Mt. 13:38,39), e exteriormente pela perseguição (Apc. 2:10). Foi o que se verificou com Israel, a igreja de Deus do Antigo Testamento. A adoração do bezerro de ouro no princípio de sua vida nacional é um caso típico que constantemente ocorreu através de toda a sua história; e no livro de Ester temos o exemplo de um esforço feito para destruir o povo escolhido. Mas o povo escolhido de Deus tem sobrevivido tanto à corrupção da idolatria, quanto à fúria do perseguidor, e isso por causa da graça divina que sempre tem preservado um restante fiel. Quando se cumpriu o tempo, o Redentor veio ao mundo, e o malvado Herodes planejou matá-lo; porém, mais uma vez Deus prevaleceu e o plano de Satanás fracassou. No deserto, Satanás procurou opor-se ao Ungido de Deus e desviá-lo de sua missão salvadora, porém foi derrotado; e seu Conquistador "andou fazendo o bem, e curando a todos os oprimidos do diabo". Este conflito secular chegará ao seu clímax quando Satanás se encarnar no anticristo e for destruído na ocasião da vinda de Cristo.

(b) Diabo significa literalmente "caluniador". Satanás é chamado assim porque calunia tanto a Deus (Gn. 3:2,4,5) como ao homem (Ap. 12:10; Jo 1:9; Zc. 3:1, 2; Lc. 22:31).

(c) Destruidor é o sentido da palavra "Apollyon" (grego), "Abaddon" (hebraico) (Apc. 9:11). Cheio de ódio contra o Criador e suas obras, o diabo desejava estabelecer-se a si mesmo como o deus da destruição.

(d) Serpente. "Essa antiga serpente, chamada o diabo" (Apc. 12:9) nos faz lembrar aquele que, na antiguidade, usou uma serpente como seu agente para ocasionar a queda do homem. 

(e) Tentador. (Mat. 4:3.) "Tentar" significa literalmente provar ou testar, e o termo é usado também com relação aos tratos de Deus (Gn. 22:1). Mas, enquanto Deus põe à prova os homens para seu próprio bem — para purificar e desenvolver o seu caráter — Satanás tenta-os com o propósito malicioso de destruí-los.

(f) Príncipe e deus deste mundo. (Jo 12:31; 2 Co. 4:4.) Esses títulos sugerem sua influência sobre a sociedade organizada fora ou à parte da influência da vontade de Deus. "Todo o mundo está no maligno" (no poder do maligno) (1 Jo 5:19) e está influenciado por ele. (1 Jo 2:16.) As Escrituras descrevem o mundo como sendo qual vasto conjunto de atividades humanas, cuja trilogia se resume nestas palavras: fama, prazer e bens. A esses três objetivos tudo está subordinado. Hábeis argumentos em defesa dos mesmos criam a ilusão de serem realmente dignos. Esses objetivos gozam ainda da vantagem de vastíssimo aparato literário, comercial e governamental, o qual constantemente reclama dos cidadãos do mundo o culto a esses objetivos, que, na mente, se associam aos mais elevados valores. Os aplausos do povo se dedicam àqueles que os conseguem. O juízo das coisas é pelo aspecto e o êxito aparentes, fundamentado sobre falsos postulados de honra e mediante falsas idéias de prazer, de valores e da dignidade da riqueza. Ademais, faz-se veemente apelo aos instintos inferiores da nossa natureza, apelo que se reveste da linguagem pretensamente (?)

3. Suas atividades
(a) A natureza das atividades. Satanás perturba a obra de Deus (1 Ts. 2:18); opõe-se ao Evangelho (Mt. 13:19; 2 Cor. 4:4); domina, cega, engana e laça os ímpios (Lc. 22:3; 2 Cor. 4:4; Ap.20:7, 8; 1 Tm. 3:7). Ele aflige (Jo 1:12) e tenta (1 Tes. 3:5) os santos de Deus. Ele é descrito como presunçoso (Mat. 4:4, 5); orgulhoso (1 Tim. 3:6); poderoso (Ef. 2:2); maligno (Jo 2:4); astuto (Gn. 3:1 e 2 Cor. 11:3); enganador (Ef. 6:11); feroz e cruel (1 Pd. 5:8).

(b) A esfera das atividades. O diabo não limita as suas operações aos ímpios e depravados. Muitas vezes age nos círculos mais elevados como "um anjo de luz" (2 Cr. 11:14). Deveras, até assiste às reuniões religiosas, o que é indicado pela sua presença no ajuntamento dos anjos (Jo capítulo 1), e pelo uso dos termos: "doutrinas de demônios" (1 Tm. 4:1) e "a sinagoga de Satanás" (Ap. 2:9). Frequentemente seus agentes se fazem passar como "ministros de justiça" (2 Cr. 11:15). A razão que o leva a frequentar as reuniões religiosas é o seu malicioso intento de destruir a igreja, porque ele sabe que uma vez perdendo o sal da terra o seu sabor, o homem torna-se vitima em suas mãos inescrupulosas.

(c) O motivo das atividades. Por que está Satanás tão interessado em nossa ruína? Responde José Hussiein: "Ele aborrece a imagem de Deus em nós. Odeia até mesmo a natureza humana que possuímos, com a qual se revestiu o Filho de Deus. Odeia a glória externa de Deus, para a promoção da qual temos sido criados e pela qual alcançaremos a nossa própria felicidade eterna. Ele odeia a própria felicidade, para a qual estamos destinados, porque ele mesmo a perdeu para sempre. Ele tem ódio de nós por mil razões e de nós tem inveja." Assim disse um antigo escriba judeu: "Pela inveja do diabo veio a morte ao mundo: e os que o seguem estão a seu lado."

(d) As restrições das atividades. Ao mesmo tempo em que reconhecemos que Satanás é forte, devemos ter cuidado de não exagerar o seu poder. Para aqueles que creem em Cristo, ele já é um inimigo derrotado (Jo 12:31), e é forte somente para aqueles que cedem à tentação. Apesar de sua fúria rugidora ele é um covarde, pois Tiago disse: "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" (Tg. 4:7). Ele tem poder, porém limitado. não pode tentar (Mt. 4:1), afligir (Jo 1:16), matar (Jo 2:6; Heb. 2:14), nem tocar no crente sem a permissão de Deus.

4. Seu destino
Desde o princípio Deus predisse e decretou a derrota daquele poder que havia causado a queda do homem (Gn. 3:15), e o castigo da serpente até o pó da terra foi um vislumbre profético da degradação e derrota final dessa "velha serpente, o diabo". A carreira de Satanás está em descensão sempre. No princípio foi expulso do céu; durante a Tribulação será lançado da esfera celeste à terra (Ap. 12:9); durante o Milênio será aprisionado no abismo, e depois de mil anos, será lançado ao lago de fogo (Ap. 20:10). Dessa maneira a Palavra de Deus nos assegura a derrota final do mal.


sábado, 22 de abril de 2017

TEOLOGIA DO OBREIRO - Sugestões de Leitura

Vou postar aqui as sugestões de leitura que costumo fazer para meus alunos a cada nova matéria. Embora tenhamos um material didático de excelente qualidade e, naturalmente, a Bíblia que é a literatura principal do curso teológico, acho importante o contato com a perspectiva de diferentes autores. Alguns serão repetidos ao longo das postagens porque se tratam de literatura com conteúdo abrangente, e de valor inestimável. Não vou apresentá-los no formato de bibliografia, mas uma lista simples, contendo o nome do livro seguido do nome do autor. 
   
                                                TEOLOGIA DO OBREIRO

Atos. E a igreja se fez missões – Myer Pearlman.
Chamado para Servir – Curtis A. Kregness.
Evangelizemos o Mundo – Oswald Smith.
História das Missões – Stephen Neill.
Marcos – O Evangelho do servo de Jeová – Myer Pearlman.
O Líder que Deus usa – Russel Shedd.
Servos entre os pobres - Viv Grigg.
Vocacionados – Ronaldo Lidório.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

HERESIOLOGIA - SUGESTÕES DE LEITURA

Vou postar aqui as sugestões de leitura que costumo fazer para meus alunos a cada nova matéria. Embora tenhamos um material didático de excelente qualidade e, naturalmente, a Bíblia que é a literatura principal do curso teológico, acho importante o contato com a perspectiva de diferentes autores. Alguns serão repetidos ao longo das postagens porque se tratam de literatura com conteúdo abrangente, e de valor inestimável. Não vou apresentá-los no formato de bibliografia, mas uma lista simples, contendo o nome do livro seguido do nome do autor. 


HERESIOLOGIA

As grandes defesas do cristianismo – Jefferson Magno Costa.
A veracidade da fé cristã: uma apologética contemporânea – Willian Lane Craig.
Bíblia Apologética de Estudo - ICP.
Conhecendo as doutrinas da Bíblia – Myer Pearlman.
Desmascarando as seitas – Natanael Rinaldi, Paulo Romeiro.
Doutrinas Bíblicas. Uma Perspectiva Pentecostal – Willian W. Menzies e Stanley M. Horton.
Enciclopédia histórico-teológica da Igreja cristã – Walter A. Ewell.
Enciclopédia de apologética – Norman Geisler.
Evangélicos em crise – Paulo Romeiro.
Fundamentos inabaláveis - Norman Geisler, Peter Bochino.
Guia de seitas e religiões – Bickel, Bruce, Jantz, Stan.
Mais erros que os pregadores devem evitar – Ciro Sanches Zibordi.
Manual popular de dúvidas, enigmas e “contradições” da Bíblia – Norman Geisler e Thomas Hower.
O império das seitas – Walter Martin.
Origem e desenvolvimento das religiões – Tácito da Gama Leite Filho. 

Religiões, seitas e heresias – J.Cabral.
Respostas às seitas – Norman Geisler, Ron Rhodes.
Seitas proféticas - Tácito da Gama Leite Filho.
Super crentes – Paulo Romeiro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE A IGREJA PRIMITIVA E A IGREJA CONTEMPORÂNEA - Antônio Pereira da Costa Júnior

INTRODUÇÃO: Precisamos Desmistificar alguns pontos da Igreja Primitiva. Precisamos entender duas coisas: (1) A Igreja Primitiva era uma Igreja Santa, porém pecadora. (aspecto divino-humano). (2) A Igreja Primitiva era uma Igreja Pecadora, porém santa. (aspecto humano-divino).

Pontos que precisamos evitar: 
(1) Colocar auréolas demais nas cabeças dos apóstolos. (2) Divinizar os crentes neotestamentários.

I – COMO ERA A IGREJA PRIMITIVA?

(1) Perseverava na doutrina dos apóstolos. Perseveravam: “proskartereo”. Tem o sentido de: ser constantemente atento a, dar constante cuidado a algo; perseverar e não desfalecer; mostrar-se corajoso para estar em constante prontidão para alguém, servir constantemente.

Doutrina: “didachê”. Tem o sentido de: Ensino a respeito de algo; fazer uso do discurso como meio de ensinar, em distinção de outros modos de falar em público.

A Bíblia diz que Deus concedeu vários dons aos homens (...Ele mesmo deu ... apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres) com os objetivos de aperfeiçoar os crentes para o ministério individual e edificar o corpo de Cristo.

"Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo" (Ef.4.12).  Aperfeiçoar: "katartismón". Tem o sentido de: Consertar, colocar em ordem (cirurgia-redução do osso quebrado), ajustar suas funções no corpo. O que é edificação? Grego: "oikodomem" (construir sobre algo) significa construir mais. Desta forma, o corpo do Senhor é visto como progredindo para a sua meta da perfeição na plenitude de Cristo.

(2) Perseverava na comunhão. O que é comunhão: “koinonia”. Tem o sentido de: comunidade, participação conjunta, relação.

(3) Perseverava no partir do pão. (Obediência aos sacramentos). Partir do Pão: Pão usado nos ágapes ("festas de amor e de comunhão") e na Mesa do Senhor.

(4) Perseverava na oração. Oração: “proseuche”. É a oração dirigida a Deus.

(5) Era temente (Em cada alma havia temor...). Temor: “phobos”. da palavra primária “phebomai” (amedrontar). Temor, terror; aquilo que espalha medo; reverência como ao próprio marido.

(6) Era unânime em propósitos (Estavam juntos e tinham tudo em comum). Juntos: “epi”. Estarmos juntos, não significa comunhão, mas comunhão significa estarmos sempre juntos. “A verdade sem amor é brutalidade, mas o amor sem verdade é hipocrisia”.

(7) Era solidária (vendiam e distribuíam... aos necessitados).

(8) Eram frequentadores participativos (Todos os dias no templo... de casa em casa).

Unânimes: ”homothumadon”. Significa: com uma só mente, de comum acordo, com uma só paixão. Homothumadon é um composto de duas palavras que significam "impedir" e "em uníssono". A imagem é quase musical; um conjunto de notas é tocado e, mesmo que diferentes, as notas harmonizam em grau e tom. Como os instrumentos de uma grande orquestra sob a direção de um maestro, assim o Santo Espírito harmoniza as vidas dos membros da igreja de Cristo. 
Resultado: “Enquanto isso acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos”.

II – QUAIS MUDANÇAS OCORRERAM NA A IGREJA CONTEMPORÂNEA?

(1) Evangelismo Superficial (Evangelismo “The Flash”). Queremos resultados, e mutilamos o evangelho. Nós dizemos: "Jesus te ama". Porque não dizemos: "Jesus está irado com você?" Cl 3.6; Ef 2.3; 5.6; Rm 9.22.

Hoje se usa: “As Quatro Leis Espirituais”. “Como ganhar o céu?” Etc. Hoje se diz: "Dê uma chance pra Jesus". A nossa geração não sabe nada sobre convicção de pecados. Os antigos pregavam a Lei de Deus e não tinham pressa. John Bunyan agonizou 18 meses em convicção de pecados antes de descansar na Graça de Deus. É preciso que o pecador sinta a culpa de seu pecado.

Nós dizemos: “No fundo ele é um bom homem”. No fundo ele é pior. Devemos pregar para que haja tristeza segundo Deus que produz arrependimento. Só depois vem alegria do Espírito Santo por uma vida regenerada.

(2) Filosofia do Negócio. (Igreja Supermercado).

(3) Priorização de Números. (Quantidade mais importante do que qualidade).

(4) Teologia do Divertimento. (Programas Topa-tudo-por-dinheiro).

A adoração é o elo perdido entre o povo evangélico hoje.

(5) Louvor Biônico – é o louvor programado pela mídia evangélica. (Canta-se o que está na moda). 
Já vivemos vários períodos desde a década de 90: (1) – A Koinonização do Louvor – Grupo Koinonia; (2) Alinealização do louvor – Aline Barros; (3) Cassianização do louvor – Cassiane; (4) Diante-do-trononização do louvor Diante do Trono.


Conclusão: Oremos para que a nossa igreja demonstre como nos dia dos apóstolos as mesmas verdades e a mesma maneira de viver. Não precisamos de uma nova igreja, precisamos de uma igreja nova. Podemos não ser uma grande igreja, basta sermos uma igreja grande.

 

SOLI DEO GLORIA NUNC ET SEMPER

 

Fonte: Os Atributos de Deus e outros artigos - Pr. Antônio Pereira da Costa Júnior, 2007.