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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
domingo, 9 de setembro de 2012
O Pastor Youssef Nadarkhani está livre. Deus seja Louvado!
O
pastor Yousef foi convocado a se apresentar no tribunal esta manhã. Sua
audiência durou seis horas, mas ao final, ele pôde voltar para sua casa e sua
família.
Algumas
das fontes próximas ao caso relatam que o tribunal o inocentou das acusações de
apostasia (as quais poderiam levá-lo à execução), mas foi considerado culpado
na acusação de evangelizar muçulmanos, e sentenciado a três anos de prisão por
isso. Como ele já estava na prisão durante esse período, sem ser julgado, o
tribunal considerou que sua sentença já havia sido cumprida.
Louvamos
a Deus pela libertação de Yousef Nadarkhani e agradecemos a você, querido irmão
em Cristo, que sofreu junto com essa parte do Corpo que estava sendo afligida.
Vamos
orar pela readaptação de Yousef e sua família e por sua proteção. Que Deus seja
honrado através do testemunho e vida deste cristão.
FONTE:
Missão Portas Abertas
Para
quem não se lembra, ou ainda não sabe como tudo começou, leia este artigo meu
do dia 29/03/2012.
domingo, 26 de agosto de 2012
Jorge Muller, o Apóstolo da Fé
Jorge
Müller nasceu em 1805, de pais que não conheciam a Deus. Com a idade de dez
anos, foi enviado a uma universidade, a fim de preparar-se para pregar o
Evangelho, não, porém, com o alvo de servir a Deus, mas para ter uma vida
cômoda. Gastou esses primeiros anos de estudo nos mais desenfreados vícios,
chegando, certa vez, a ser preso por vinte e quatro dias. Jorge, uma vez solto,
esforçava-se nos estudos, levantando-se às quatro da manhã e estudando o dia
inteiro até as dez da noite. Tudo isso, porém, ele fazia para alcançar uma vida
descansada de pregador.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Escrevendo uma Nova História - Yury Henrique de Oliveira - Testemunho (Aluno da FATESA - Casa do Saber)
Meu nome é Yury Henrique
de Oliveira, tenho 25 anos e sou casado. Eu não nasci em uma família cristã. Minha
família era umbandista, tinha seu próprio centro e meus pais eram os
responsáveis pelo seu funcionamento, foi nesse meio que eu cresci. Todos diziam
que um dia eu seria o responsável por aquele trabalho. Quando completei 11 anos
de idade meus pais se separaram, por causa dessa separação minha família enfrentou
muitas dificuldades financeiras, chegamos até a passar necessidades de
alimento. Eu não conhecia Deus então questionava tudo, pois não entendia o
porquê das coisas estarem acontecendo daquele jeito. Eu me tornei um adolescente
rebelde, não queria saber de nada nem de ninguém. Quando estava com 16 anos
terça-feira, 26 de junho de 2012
Chamado por Deus - Testemunho do Missionário Élcio Teodoro (Senegal)
“E
disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. (Marcos 16.15).
MINHA
CONVERSÃO
Na minha infância comecei a
frequentar os cultos através
do convite da minha avó materna e minhas tias, que eram cristãs. Nessa época
meus pais ainda não eram cristãos e
meu lar atravessava um momento muito difícil, pois meu pai era alcoólatra, o
que acarretava diversos problemas familiares, como dívidas, discussões e
agressões dentro de casa e minha
família sofria com essa situação.
sábado, 16 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Mariana, a Florzinha
"Porque
para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem" (II Coríntios 2.15).
Mariana era uma flor bem pequena. Vivia
num imenso parque, rodeada de muitas coisas bonitas. Visitantes vinham de longe
para conhecer e apreciar aquele lindo lugar. A cada manhã quando o sol surgia,
e os portões do parque se abriam, Mariana banhava-se com as gotas de orvalho.
Lavava seu rostinho, suas pétalas, e, colocava-se na posição mais elegante
possível, esperava ansiosamente que muitas pessoas viessem admirá-la.

Mas... Que tristeza! Os pés dos visitantes
passavam tão perto que quase a amassavam e, sem a notarem, dirigiam-se para o
lindo e grande jardim que se encontrava logo atrás dela. Ah!... Se ela pudesse
estar naquele lindo jardim, no meio daquelas grandes, coloridas e orgulhosas
flores... Lá sim, ela poderia aparecer. Mas será que apareceria mesmo? Aquelas
flores eram muito maiores, muito mais bonitas do que ela!
Bem, ao menos se ela estivesse lá, quem
sabe por um descuido, alguém a notasse. Mas, não tinha jeito! Ela estava ali,
longe do jardim, e ao que parece... NADA havia nela que chamasse a atenção das
pessoas.
Numa manhã, Mariana acordou com um grande
desânimo. Chegou mesmo a desejar que um daqueles homens bem pesadões que
visitavam o parque, a amassasse com uma grande pisada. Desta vez, quando as
pessoas começaram a entrar pelo portão, ao invés de querer aparecer, Mariana
queria se esconder. Esconder-se de todos. Ela sentia que não valia nada!
Sentia-se muito feia. E via que nem merecia ser chamada de flor. Flores pra
ela, eram aquelas do jardim! Aquelas sim eram admiradas por todos. Na verdade
pra ela seria muito bom que nascesse muito mato ao seu redor. Assim, ela
sumiria de uma vez! Mariana estava tão presa aos seus pensamentos, que nem
percebeu quando uma menininha se aproximou dela.
Depois de encostar seu narizinho na
florzinha, a menina correu em direção aos seus pais gritando: - Mamãe, Mamãe,
achei! Aquele perfume gostoso que sentimos, vem daquela florzinha ali! Venha
sentir Mamãe! De perto o perfume é ainda bem mais gostoso! Mariana se alegrava.
Estava agora até envergonhada e, procurou colocar-se da maneira mais elegante
possível quando os pais da menina se aproximaram. Que felicidade para Mariana!
Agora se sentia finalmente realizada.
Muitas outras pessoas atraídas pelos
gritos da menina vinham também sentir o delicioso cheiro da florzinha. Este era
sem duvida o dia mais alegre na vida de Mariana. Esqueceu toda a tristeza que
até a bem pouco tempo a abatia. E tudo, por causa do seu perfume, que foi
percebido pela pequena visitante. Se fosse somente a sua beleza... Oh, as
flores do jardim eram muito mais bonitas do que ela! Mas o seu PERFUME superou
a beleza de todas as outras!
A palavra de Deus, diz que nós, os salvos,
somos o “bom perfume de Cristo”. Entenderam o que isto quer dizer? Quer dizer
que cada um de nós, em nossas palavras, em nossas atitudes e em nossas ações,
temos que mostrar que o Senhor Jesus vive em nós. Você é tão pequeno diante de
um mundo tão grande, não é mesmo? Talvez seja o único ou a única pessoa crente
lá na sua casa, lá na escola e,... É tão difícil!!! Pode pensar talvez... Quem
vai dar importância às minhas palavras, ao meu testemunho? Lembre-se de
Mariana. Apesar de tão pequenina, seu perfume atraiu a menininha, depois seus
pais, e depois, um grande número de pessoas. Então, você quer ser realmente o
bom perfume de Cristo? Assim, você será um meio para que outras crianças e
adultos, quem sabe, seu papai ou mamãe, se interessem em receber a Cristo. Isto
será sem duvida a maior alegria que você poderá experimentar.
Mas há ainda uma coisa importante que eu
devo dizer. Você só poderá ser o bom perfume de Cristo, se já O conheceu como
seu Salvador pessoal. Você já O convidou para vir morar no seu coração? Se não
o fez ainda, saiba que Deus ama muito você. Tanto que, mandou se Único Filho, o
Senhor Jesus, para morrer na cruz no seu lugar por causa do seu pecado (suas
mentiras, sua desobediência, sua teimosia e tantas coisas que você tem feito de
errado). Ele derramou o Seu sangue e morreu por você naquela cruz. Mas depois
de três dias ressuscitou e agora está no céu novamente preparando um lindo
lugar para todos que O receberem como seu Salvador. Você quer fazer isto hoje
mesmo? Se quiser, no fim da nossa aula, quando todos se retirarem, permaneça na
classe alguns instantes ainda, para que possamos orar juntos.
domingo, 6 de maio de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Antony Flew: a história do ateu mais influente do Século XX que se converteu através da ciência
"O ex-ateu Antony Flew, que faleceu em 2010 aos 87 anos, era conhecido por seu ativismo contra a fé. Entre os ateus, era considerado o “Papa dos ateus” e muitos estudiosos e filósofos gostam de ilustrar sua influência comparando-o a Richard Dawkins, o mais famoso ateu da atualidade, dizendo que ele foi no século XX, o que o famoso ateu inglês é hoje para os ateus: um símbolo.Porém, em 2004, ao abandonar o ateísmo, ele se tornou o maior exemplo dos religiosos que se importam com o debate sobre fé e ciência.Em 2007, escreveu o livro “Há um Deus”, onde afirmava sua admiração pelo cristianismo, classificando como a religião que “mais claramente merece ser honrada e respeitada”, ressaltando também a influência do apóstolo Paulo na formação das bases conhecidas do cristianismo hoje, a quem classificava como “intelectual”.No livro “Deus Existe”, Flew relata em parceria com Roy Abraham Yarghese que sua conversão se deu da forma mais convincente para um ateu: através da ciência. Um grande exemplo costumeiramente usado por filósofos ateus para refutar a teoria da criação, é a teoria do big-bang. Porém, para Flew, após anos de estudo e reflexão, a própria teoria do big bang era a prova do que o livro de Gênesis relata.
Em seus relatos, Antony Flew, que era filho de um pastor anglicano afirmava que sua busca por respostas na ciência, o levou à crença em Deus: “Segui a razão até onde ela me levou. E ela levou-me a aceitar a existência de um Ser auto-existente, imutável, imaterial, onipotente e onisciente”.
Richard Dawkins, o ateu mais conhecido mundialmente deste século, recentemente negou ser ateu, afirmando ser agnóstico, pois exceto por detalhes, ele não poderia ter certeza da inexistência de Deus: “Eu estou convicto de 6,9 em cada 7 das minhas crenças… Eu acho que a possibilidade de existir um Criador sobrenatural é muito, mas muito baixa”, afirmou, sem certeza."
Fonte: Gospel+
quinta-feira, 8 de março de 2012
Meu Testemunho - Ariovaldo Nuvolari (Aluno da FATESA - Casa do Saber)
Nasci aos 3 de dezembro de 1949 na cidade paulista
de Jaú. Tenho, portanto, hoje (março de 2012), 62 anos de idade. Fui o terceiro
filho de uma família de 4 irmãos. Naquela cidade do interior, meu pai era dono
de uma venda (pode-se dizer que hoje seria o equivalente a um mercadinho), que
vendia um pouco de tudo. Aparentemente tudo ia bem quando ele resolveu comprar
um hotel numa cidade vizinha. Descobriu, em seguida, que tinha sido enganado,
pois esse hotel estava para ser fechado pela vigilância sanitária. Com esse seu
passo em falso, perdeu tudo que tinha e veio tentar a vida em São Paulo. Isso aconteceu
em maio de 1956, quando eu tinha 6 anos de idade. Fomos morar no município de
Barueri, num lugar que não tinha luz elétrica, nem água encanada (a água era
tirada de um poço). Sem profissão definida, meu pai só conseguiu arranjar
emprego como trabalhador braçal (descarregava sacos de milho na Refinadora de
Milhos Brasil). Depois de certo tempo arranjou um emprego de varredor na Fiação
Sul Americana, que ficava mais próximo da nossa casa.
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