quinta-feira, 3 de julho de 2014

A melhor defesa - Antonio Sebastião (Diretor da FATESA - Casa do Saber)


Quando caluniado, difamado, injuriado, sem causa, a melhor defesa para um homem de Deus, e principalmente para um Obreiro, não deve ser feita com palavras, mas através do testemunho das obras que o Senhor Jesus tem realizado por seu intermédio. 

Foi assim que fizeram Paulo e Barnabé no Concílio de Jerusalém, registrado no Livro de Atos dos Apóstolos, capítulo 15. Eles estavam sendo acusados pelos mestres judaizantes de ensinarem contra a Lei de Moisés. Contudo, quando tiveram a oportunidade de falar, não perderam tempo em divagações, mas mostraram como "quão grandes sinais Deus havia feito com eles", ou, como diz a Bíblia, na Linguagem de Hoje - "o que Deus havia feito por meio deles" - Atos 15:4.

Deixaram claro que não foram eles que fizeram, mas que foi Deus quem fez por intermédio deles. Eles foram apenas instrumentos nas mãos de seu Deus. Portanto, as obras que eles estavam fazendo e o ensino que ministravam nas igrejas, embora criticado pelos mestres judaizantes, tinham a aprovação do MESTRE dos mestres, o SENHOR JESUS CRISTO.

Por isto, quando temos a consciência tranquila devemos deixar nossa defesa por conta do testemunho das obras que Deus tem feito através de nós. Uma vida nas mãos de Deus é a melhor forma de fechar a boca do inimigo, nosso acusador, e de convencer nossos irmãos e amigos. Lembre-se disto!

Aquele que se defende, acusando, está, implicitamente, declarando sua culpa e, de forma inconsciente, afirmando que errou, mas que ele não é o único errado. Assim, se você, meu irmão, está passando por uma situação semelhante ao que aconteceu com Paulo e Barnabé, faça como eles fizeram, deixe que o testemunho das obras que Deus tem feito por seu intermédio, fale por você e descanse no "... Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino." - II Timóteo 4:1. PENSE NISTO!

Não tenho prata nem ouro - Antonio Sebastião (Diretor da FATESA - Casa do Saber)

“E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. E Pedro, com João, fitando os olhos nele, disse: Olha para nós. E olhou para eles, esperando receber deles alguma coisa. E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” (Atos 3.1-6). 

Estas palavras não foram proferidas por um crente fraco e sem fé; não foram proferidas por um homem fora da direção e da vontade de Deus; não foram proferidas por alguém com problemas espirituais; não foram proferidas por uma pessoa em desespero pela falta de dinheiro.

Estas palavras - "não tenho prata nem ouro" foram proferidas por um homem de Deus, por um homem escolhido e chamado por Jesus para ser um dos doze apóstolos, por um homem de fé e de oração, quando estava indo ao Templo para orar.

Pela Bíblia sabemos, portanto, que um crente fiel pode não ter "prata nem ouro", ou seja, pode ser pobre. Assim, pobreza não significa castigo. Hoje existem muitos ensinos distorcidos e antibíblicos sobre questões financeiras. Ensinos que conduzem crentes incautos ao mercenarismo, que procuram servir a Deus para ser servido por Ele, para ser abençoado, financeiramente. 

Quando se ouve determinados pregadores desafiando as pessoas a não aceitarem dificuldades financeiras e a determinar a bênção da prosperidade, tem-se a impressão de que no Antigo Testamento não havia judeus pobres e que todos eram ricos como Salomão, esquecendo, ou procurando ignorar, voluntariamente, o que está escrito em Deuteronômio 15:11 - "Pois nunca cessará o pobre no meio da terra..." e que esta terra referia-se à terra de Israel.

No Novo Testamento, falando agora para a Igreja , o Senhor Jesus repetiu esta mesma passagem, dizendo - "Porquanto sempre tendes convosco os pobres..." - Mateus 26:11. Portanto, se você, meu irmão, não tem "prata nem ouro", saiba que também o grande apóstolo Pedro declarou que não tinha!

O homem que verdadeiramente creu em Jesus, serve a Deus pelo que Ele é e não pelas riquezas que ele tem. CREIA NISTO!

Mantenha acesa a chama sobre a Vinda de Jesus - Antonio Sebastião (Diretor da FATESA - Casa do Saber)


 “E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra" - Apocalipse 22.12.

O Senhor Jesus prometeu que viria; os anjos anunciaram que ele viria; os apóstolos confirmaram que ele viria; nós estamos esperando a Sua Vinda e podemos dizer - "... Ora, vem, Senhor Jesus!” - Apocalipse 22.20.

Não crer na Vinda de Jesus, significa não crer na Palavra de Deus! Ela é mencionada mais de 300 vezes no Novo Testamento. Somente Paulo faz menção dela cerca de 50 vezes. Duas de suas Epístolas - I e II Tessalonicenses cuidam, especificamente, do assunto referente à Sua Segunda Vinda. Capítulos inteiros, como Mateus 24 e Marcos 13 são dedicados ao ensino sobre Sua Vinda. Ela é mencionada oito vezes mais que a primeira. 

Assim, podemos afirmar ser a vontade do Senhor Jesus que a certeza da Sua Vinda seja uma realidade no coração de cada um de seus filhos. Portanto, não deixe que a chama da esperança de Sua Vinda apague em seu coração!


O amor pela Palavra de Deus - Antonio Sebastião (Diretor da FATESA - Casa do Saber)


Uma das características de uma igreja, ou de um crente, em particular, cheio do Espírito Santo, é o amor pela Palavra de Deus. A partir do momento em que um homem dá lugar ao Espírito Santo em sua vida, é certo que também cresce em seu coração o desejo de conhecer a Palavra de Deus.

O homem natural, o homem no pecado, o crente fraco, não sente o desejo de ler, muito menos de estudar a Palavra de Deus. Até critica os que leem e estudam. Assim, não amar a Palavra é um sintoma da ausência do Espírito Santo na vida do homem, mesmo do homem crente.

Você ama, tem prazer em ler e em estudar a Palavra de Deus?

Você pode dizer como disse o Salmista? - "Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo dia"- Salmo 119:97. “Oh! Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar! Mais doce do que o mel à minha boca" - Salmos 119.103.

Se pode então você está bem com Deus! Você é um homem cheio do Espírito Santo e é por isto que você ama a PALAVRA DE DEUS! Parabéns!

O JUIZ - Norman Geisler e Frank Turek


Um jovem é levado diante de um juiz por dirigir embriagado. Quando seu nome é anunciado pelo meirinho, percebe-se um suspiro no tribunal — o réu é o filho do juiz! O juiz espera que seu filho seja inocente, mas a evidência é irrefutável. Ele é culpado. O que o juiz pode fazer? Ele é pego num dilema entre a justiça e o amor. Uma vez que seu filho é culpado, merece punição. Mas o juiz não deseja punir seu filho por causa do grande amor que tem por ele.

Relutantemente anuncia: — Filho, você pode escolher entre pagar uma multa de R$ 5.000,00 ou ir para a cadeia — o filho olha para o juiz e diz: — Mas, pai, eu prometi que vou ser bom de agora em diante! Serei voluntário no programa de distribuição de sopa aos necessitados. Vou visitar uma pessoa de idade. Vou abrir uma casa para cuidar de crianças que sofreram abuso. Nunca mais vou fazer outra coisa errada de novo! Por favor, deixe-me ir! Implora o filho.

Nesse momento, o juiz pergunta: — Você ainda está bêbado? Você não consegue fazer tudo isso. Mas mesmo que pudesse, os seus atos bondosos futuros não podem mudar o fato de que você já é culpado por ter dirigido embriagado.