sábado, 7 de julho de 2018

CONFIANÇA - PASTOR ARY - IGREJA BATISTA SHALOM -SÃO CAETANO DO SUL -SP



“Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço e cujo coração se aparta do Senhor” (Jeremias 17:5).

Segundo o dicionário, a palavra confiança significa: confiar em alguém, ter a certeza de realizar algo, excesso de liberdade, ou intimidade com alguém, crédito, ter fé, etc... Muitas vezes depositamos confiança em pessoas em quem julgamos confiáveis. Parecem estar sempre ao nosso lado, nos apoiando, dizendo palavras de ânimo, estimulo, coragem, etc... Em alguns momentos essas pessoas se tornam tão íntimas, que passamos a confiar mais nelas do que nas pessoas mais próximas de nós, e em alguns casos as achamos super confiáveis. Passamos a compartilhar os nossos problemas pessoais, achando que essas pessoas podem resolver as nossas questões mais difíceis. Mas em um determinado momento, essas pessoas que víamos como confiáveis, viram as costas para nós, e tudo aquilo que pensávamos a seu respeito, cai por água abaixo.

A Palavra de Deus é muito linda e verdadeira, quando diz, “maldito o homem que confia no homem...”. A nossa confiança tem que estar depositada naquele que nunca irá nos deixar na mão, jamais nos abandonará em uma batalha. “Não” - Ele sempre estará presente ao nosso lado, e ainda mais maravilhoso, pelejará por nós. Ele não é somente poderoso, Ele é TODO PODEROSO. A palavra de Deus diz: “Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”. (Jeremias 17:7). Quando nós depositamos total confiança no Senhor, podemos descansar.

O TEMPO PERTENCE A DEUS! - PASTOR ARY - IGREJA BATISTA SHALOM -SÃO CAETANO DO SUL -SP



Nós temos o péssimo hábito de querer tudo para “ontem”. Queremos que as coisas aconteçam do nosso jeito e no nosso tempo. É muito difícil nos dias atuais dizer para uma pessoa ansiosa se acalmar, e que tudo acontece no tempo determinado por Deus. Porém a palavra de Deus nos diz:

“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.” (Eclesiastes 3:1-8).

Creio ser esse, um dos mais belos textos da Bíblia, no entanto, quando os nossos sonhos, objetivos, metas e tantas outras coisas que aguardamos não acontecem, ficamos irritados porque está demorando muito, e acabamos nos esquecendo dessas palavras. E surgem aquelas famosas frases: “Ah, se eu tivesse comprado o meu carro novo, se tivesse construído a minha casa, etc..." Mas será que seria bom mesmo, se tudo aquilo que tanto queríamos, ou sonhávamos, se realizasse na nossa hora e do nosso jeito? Não devemos esquecer que os nossos planos nem sempre são os mesmos planos que Deus tem para nós. A verdade é que Deus conhece você muito bem e sabe exatamente o que é melhor para a sua vida. E nem tudo o que parece ser bom é o que Ele tem preparado para você! Se os seus “planos e sonhos” ainda não se realizaram é porque a hora certa ainda não chegou. Se algo não deu certo no passado, não quer dizer que não dará certo no futuro. Aguarde e você verá a fidelidade de Deus!

DEUS NÃO VÊ COMO O HOMEM VÊ - PASTOR ARY - IGREJA BATISTA SHALOM -SÃO CAETANO DO SUL -SP



“Deus não vê como o homem vê, Ele está atento ao nosso coração” (1 Samuel 16:7).

Geralmente nós olhamos para o exterior das pessoas, seu porte físico, sua condição financeira etc... Que a aparência engana, todos nós sabemos. Mesmo assim deixamo-nos levar por ela. Quantos de nós já tem se confundido com algo ou a respeito de alguém... é bem provável que você já tenha se deixado levar por algo que na verdade, não era tanto quanto imaginava, e também é possível que você já tenha tido a surpresa de descobrir que aquilo que se apresentava, não tinha nada a ver. Se por um lado a visão humana pode ser errada, a visão de Deus é infalível, é precisa, é exata, certa, definida, clara. Nós enxergamos até a próxima esquina, mas, Deus contempla tudo. E quando Deus vê, Ele mostra o que está encoberto. Isso significa que Deus enxerga mais do que nós podemos ver. Por isso não se impressione com aquilo que está aparente, você pode se enganar. Muitas vezes pessoas para as quais que não damos nada, são aquelas que possuem um tesouro muito precioso que dinheiro nenhum pode pagar. No que você está fixando os seus olhos? Cuidado! As aparências enganam!

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Sobre Satanás - trecho do livro: "Conhecendo as doutrinas da Bíblia" de Myer Pearlman


Alguns afirmam que não existe tal ser, o diabo; mas depois de observar-se o mal que existe no mundo, é lógico que se pergunte: "Quem continua a fazer a obra de Satanás durante a sua ausência, se é que ele não existe? As escrituras nos revelam:

1. Sua origem - Is. 14:12-15; Ez. 28:12-19.
A concepção popular de um diabo com chifres, pés de cabra, e de aparência horrível teve sua origem na mitologia pagã e não na Bíblia. De acordo com as Escrituras, Satanás era originalmente Lúcifer (literalmente, "o que leva luz"), o mais glorioso dos anjos. Mas ele, orgulhosamente, aspirou a ser "como o Altíssimo" e caiu na "condenação do diabo" (1 Tm. 3:6).

Notemos os antecedentes históricos nos capítulos 14 de Isaías e 28 de Ezequiel. Muitos têm perguntado: "Por que os reis da Babilônia e de Tiro são mencionados primeiramente, antes de relatar-se a queda de Satanás?" A resposta é: o profeta descreveu a queda de Satanás tendo em vista um propósito prático. Alguns dos reis de Babilônia e Tiro reivindicaram adoração como seres divinos, o que é uma blasfêmia (Vide Dn. 3:1-12; Ap. 13:15; Ez. 28:2; At. 12:20-23), e faziam de seus súditos o jogo de sua ambição cruel. Para poder admoestar os tais, os inspirados profetas de Deus afastaram o véu do obscuro passado e descreveram a queda do anjo rebelde, que disse: "Eu serei igual a Deus." Esta é a lição prática: Se Deus castigou o blasfemo orgulho desse anjo de tão alta categoria, como deixar de julgar a qualquer rei que se atreva a usurpar o seu lugar? Notemos como Satanás procurou contagiar nossos primeiros pais com o seu orgulho. (Gn 3:5; Is. 14:14).

Notemos como o frustrado orgulho e ambição ainda o consomem, a ponto de desejar ser adorado (Mt. 4:9) como "deus deste mundo" (2 Co. 4:4), uma ambição que temporariamente será satisfeita quando ele encarnar o anticristo. (Ap. 13:4.). Como castigo por sua maldade, Satanás foi lançado fora do céu, juntamente com um grupo de anjos que ele havia alistado em sua rebelião. (Mt. 25:41; Ap. 12:7; Ef. 2:2; Mt. 12:24.) Ele procurou ganhar Eva como sua aliada; porém, Deus frustrou o plano e disse: "Porei inimizade entre ti e a mulher" (Gên. 3:15).

2. Seu caráter
As qualificações do caráter de Satanás são indicadas pelos seguintes títulos e nomes pelos quais é conhecido: (a) Satanás literalmente significa "adversário" e descreve seus intentos maliciosos e persistentes de obstruir os propósitos de Deus. Essa oposição manifestou-se especialmente nas suas tentativas de impedir o plano de Deus ao procurar destruir a linhagem escolhida, da qual viria o Messias — atividade predita em Gn. 3:15. E desde o princípio ele tem persistido nesta luta. Caim, o primeiro filho de Eva, "era do maligno e matou a seu irmão" (1 Jo. 3:12). Deus deu a Eva outro filho, Sete, que veio a ser a semente escolhida da qual procederia o Libertador do mundo. Mas o veneno da serpente ainda estava surtindo efeito na raça humana, e, no transcurso do tempo a linhagem de Sete cedeu às más influências e se deteriorou. O resultado foi a impiedade universal da qual resultou o Dilúvio. O plano de Deus, não obstante, não foi frustrado porque havia pelo menos uma pessoa justa, Noé, cuja família se tornou origem de uma nova raça. Dessa maneira fracassou o propósito de Satanás de destruir a raça humana e impedir o plano de Deus. De Sem, filho de Noé, descendeu Abraão, o progenitor de um povo escolhido, por meio do qual Deus salvaria o mundo. Naturalmente os esforços do inimigo se dirigiam contra esta família em particular. 

Certo escritor traça a astuta oposição de Satanás nos seguintes incidentes: A oposição de Ismael a Isaque, a intenção de Esaú de matar Jacó; e a opressão de Faraó aos israelitas. Satanás é descrito como procurando destruir a igreja, de duas maneiras: interiormente, pela introdução de falsos ensinos (1 Tm. 4:1; Mt. 13:38,39), e exteriormente pela perseguição (Apc. 2:10). Foi o que se verificou com Israel, a igreja de Deus do Antigo Testamento. A adoração do bezerro de ouro no princípio de sua vida nacional é um caso típico que constantemente ocorreu através de toda a sua história; e no livro de Ester temos o exemplo de um esforço feito para destruir o povo escolhido. Mas o povo escolhido de Deus tem sobrevivido tanto à corrupção da idolatria, quanto à fúria do perseguidor, e isso por causa da graça divina que sempre tem preservado um restante fiel. Quando se cumpriu o tempo, o Redentor veio ao mundo, e o malvado Herodes planejou matá-lo; porém, mais uma vez Deus prevaleceu e o plano de Satanás fracassou. No deserto, Satanás procurou opor-se ao Ungido de Deus e desviá-lo de sua missão salvadora, porém foi derrotado; e seu Conquistador "andou fazendo o bem, e curando a todos os oprimidos do diabo". Este conflito secular chegará ao seu clímax quando Satanás se encarnar no anticristo e for destruído na ocasião da vinda de Cristo.

(b) Diabo significa literalmente "caluniador". Satanás é chamado assim porque calunia tanto a Deus (Gn. 3:2,4,5) como ao homem (Ap. 12:10; Jo 1:9; Zc. 3:1, 2; Lc. 22:31).

(c) Destruidor é o sentido da palavra "Apollyon" (grego), "Abaddon" (hebraico) (Apc. 9:11). Cheio de ódio contra o Criador e suas obras, o diabo desejava estabelecer-se a si mesmo como o deus da destruição.

(d) Serpente. "Essa antiga serpente, chamada o diabo" (Apc. 12:9) nos faz lembrar aquele que, na antiguidade, usou uma serpente como seu agente para ocasionar a queda do homem. 

(e) Tentador. (Mat. 4:3.) "Tentar" significa literalmente provar ou testar, e o termo é usado também com relação aos tratos de Deus (Gn. 22:1). Mas, enquanto Deus põe à prova os homens para seu próprio bem — para purificar e desenvolver o seu caráter — Satanás tenta-os com o propósito malicioso de destruí-los.

(f) Príncipe e deus deste mundo. (Jo 12:31; 2 Co. 4:4.) Esses títulos sugerem sua influência sobre a sociedade organizada fora ou à parte da influência da vontade de Deus. "Todo o mundo está no maligno" (no poder do maligno) (1 Jo 5:19) e está influenciado por ele. (1 Jo 2:16.) As Escrituras descrevem o mundo como sendo qual vasto conjunto de atividades humanas, cuja trilogia se resume nestas palavras: fama, prazer e bens. A esses três objetivos tudo está subordinado. Hábeis argumentos em defesa dos mesmos criam a ilusão de serem realmente dignos. Esses objetivos gozam ainda da vantagem de vastíssimo aparato literário, comercial e governamental, o qual constantemente reclama dos cidadãos do mundo o culto a esses objetivos, que, na mente, se associam aos mais elevados valores. Os aplausos do povo se dedicam àqueles que os conseguem. O juízo das coisas é pelo aspecto e o êxito aparentes, fundamentado sobre falsos postulados de honra e mediante falsas idéias de prazer, de valores e da dignidade da riqueza. Ademais, faz-se veemente apelo aos instintos inferiores da nossa natureza, apelo que se reveste da linguagem pretensamente (?)

3. Suas atividades
(a) A natureza das atividades. Satanás perturba a obra de Deus (1 Ts. 2:18); opõe-se ao Evangelho (Mt. 13:19; 2 Cor. 4:4); domina, cega, engana e laça os ímpios (Lc. 22:3; 2 Cor. 4:4; Ap.20:7, 8; 1 Tm. 3:7). Ele aflige (Jo 1:12) e tenta (1 Tes. 3:5) os santos de Deus. Ele é descrito como presunçoso (Mat. 4:4, 5); orgulhoso (1 Tim. 3:6); poderoso (Ef. 2:2); maligno (Jo 2:4); astuto (Gn. 3:1 e 2 Cor. 11:3); enganador (Ef. 6:11); feroz e cruel (1 Pd. 5:8).

(b) A esfera das atividades. O diabo não limita as suas operações aos ímpios e depravados. Muitas vezes age nos círculos mais elevados como "um anjo de luz" (2 Cr. 11:14). Deveras, até assiste às reuniões religiosas, o que é indicado pela sua presença no ajuntamento dos anjos (Jo capítulo 1), e pelo uso dos termos: "doutrinas de demônios" (1 Tm. 4:1) e "a sinagoga de Satanás" (Ap. 2:9). Frequentemente seus agentes se fazem passar como "ministros de justiça" (2 Cr. 11:15). A razão que o leva a frequentar as reuniões religiosas é o seu malicioso intento de destruir a igreja, porque ele sabe que uma vez perdendo o sal da terra o seu sabor, o homem torna-se vitima em suas mãos inescrupulosas.

(c) O motivo das atividades. Por que está Satanás tão interessado em nossa ruína? Responde José Hussiein: "Ele aborrece a imagem de Deus em nós. Odeia até mesmo a natureza humana que possuímos, com a qual se revestiu o Filho de Deus. Odeia a glória externa de Deus, para a promoção da qual temos sido criados e pela qual alcançaremos a nossa própria felicidade eterna. Ele odeia a própria felicidade, para a qual estamos destinados, porque ele mesmo a perdeu para sempre. Ele tem ódio de nós por mil razões e de nós tem inveja." Assim disse um antigo escriba judeu: "Pela inveja do diabo veio a morte ao mundo: e os que o seguem estão a seu lado."

(d) As restrições das atividades. Ao mesmo tempo em que reconhecemos que Satanás é forte, devemos ter cuidado de não exagerar o seu poder. Para aqueles que creem em Cristo, ele já é um inimigo derrotado (Jo 12:31), e é forte somente para aqueles que cedem à tentação. Apesar de sua fúria rugidora ele é um covarde, pois Tiago disse: "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" (Tg. 4:7). Ele tem poder, porém limitado. não pode tentar (Mt. 4:1), afligir (Jo 1:16), matar (Jo 2:6; Heb. 2:14), nem tocar no crente sem a permissão de Deus.

4. Seu destino
Desde o princípio Deus predisse e decretou a derrota daquele poder que havia causado a queda do homem (Gn. 3:15), e o castigo da serpente até o pó da terra foi um vislumbre profético da degradação e derrota final dessa "velha serpente, o diabo". A carreira de Satanás está em descensão sempre. No princípio foi expulso do céu; durante a Tribulação será lançado da esfera celeste à terra (Ap. 12:9); durante o Milênio será aprisionado no abismo, e depois de mil anos, será lançado ao lago de fogo (Ap. 20:10). Dessa maneira a Palavra de Deus nos assegura a derrota final do mal.